Pagamento pelo celular substitui boleto de táxi nas empresas

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

As empresas não precisam mais usar boleto de táxi para gerenciar o pagamento das corridas de táxi de seus empregados. Agora o controle dessas despesas poderá ser realizado pelo serviço Mobility Pass, que acaba de ser lançado pela Sodexho Cheques e Cartões de Serviço. O sistema já está sendo adotado em São Paulo pela Coperativa Use Táxi.

Ao contratar o Mobility Pass, a empresa recebe uma senha para acessar a página de Internet onde são registradas todas as viagens de táxi utilizadas pelos funcionários autorizados. Esses empregados precisam ter seus celulares cadastrados no sistema.

Pelo sistema, o usuário comunica ao taxista que vai pagar com celular e, ao chegar ao destino, o motorista informa o valor da corrida à central de táxi. O usuário recebe uma ligação no celular para confirmação do valor. Todos estes dados são liberados pela Web para que a empresa possa gerenciar seus gastos mensais com transporte.

Segundo a Sodexho, o Mobility Pass permite às empresas automatizar o controle das visitas de seus funcionários, terceiros ou visitantes, gerando economia de tempo e custo, não importando se a companhia é pequena, média ou grande.

A primeira fase do projeto piloto do Mobility Pass foi implementada no mês de janeiro na cidade de São Paulo, com a cooperativa Use Táxi. A gestão de pagamentos e controle do serviço ficará a cargo da M-Cash e AGS Brasil e a partir de março será expandido para outras cooperativas da cidade e para as demais capitais do país.

“Com cerca de 500 usuários iniciais, a expectativa é que, em um ano, 40 empresas clientes da Sodexho utilizem o produto, beneficiando mais de 40 mil funcionários”, afirma Geraldo França, presidente da Sodexho Cheques e Cartões de Serviço no Brasil.


wnews

Opera Mobile troca Yahoo por Google

O Google será a ferramenta de busca padrão dos navegadores para celular Opera Mobile e Opera Mini.

Em janeiro de 2007, a Opera anunciou que o Yahoo! seria a ferramenta de busca padrão nos dois navegadores para celular da empresa. Mas, a partir de março, o Google será apresentando na página inicial do Opera Mobile e Opera Mini, exceto na Rússia e outras ex-repúblicas soviéticas. O Google é a ferramenta padrão do navegador Opera para desktops há sete anos.

Segundo a Opera, mais de 1,7 bilhões de páginas são buscadas por usuários do Opera Mini por mês – mais de 35 milhões de pessoas já utilizaram este browser para celular. O Opera Mobile já foi instalado em 100 milhões de celulares, afirma a empresa.

Mais informações no site da Opera

aproveitem e assistam ao video da nova versao do opera mobile 9.5


Celular SGH-X836, da Samsung, confunde-se com MP3 player

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Apesar de ser um celular com funções de MP3 player, o design do SGH-X836, da Samsung, sugere o contrário. Quando está fechado, ele é facilmente confundido com um tocador de música ultracompacto.

O aparelho GSM/EDGE tem somente 11 MB de memória interna e traz um cartão microSD de 512 MB. A roda sensível ao toque usada para navegar entre as faixas e funções do aparelho lembra muito o recurso que consagrou o iPod, da Apple.

Para ter acesso ao teclado do telefone, é necessário girar a sua parte da frente. Obviamente, a telinha minúscula de 1,2 polegada compromete um pouco o uso para tarefas além da reprodução de música. Mandar mensagens, por exemplo, demanda paciência. Alguns recursos importantes, como o viva-voz, também ficam de fora.

Com isso, o SGH-X836 acaba sendo atraente para quem faz questão de unir design moderno com recursos de MP3 player, mas dispensa muitas funções extras. Os preços do modelo vão de 10 a 449 reais, dependendo da operadora e plano escolhido.

Smartphone WP812 - Um celular a prova d´água


Diretamente da China, este celular conhecido como WP812, permite a você usar o seu precioso celular durante as mais variadas condições, como em tempos chuvosos, ou até mesmo na piscina!

Isto mesmo, trata-se de um celular a prova d´água, e o mais interessante de tudo é que o celular ainda possui um display touchscreen.

Infelizmente não temos mais informações sobre este aparelho, mas estaremos atentos para divulgar mais detalhes sobre este smartphone resistente à água!
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Via | UberGizmo

Vendas mundiais de celulares crescem 16%

As vendas
mundiais de celulares alcançaram 1,15 bilhão de unidades em 2007. Esse número é 16% maior que os 990,9 milhões de terminais comercializados no ano anterior, segundo pesquisa do Gartner.

Somente no último trimestre de 2007 foram comercializados 330 milhões de celulares. O crescimento principalmente pelo apetite dos consumidores de mercados mais maduros em buscar terminais mais sofisticados.

Analistas do Gartner exemplificam o caso do Japão, onde muitos consumidores estão comprando terminais para sintonizar TV e que tragam GPS, câmeras de alta resolução, além de recursos para manusear os aparelhos pelo toque na tela.

Carolina Milanesi, analista do mercado de dispositivos móveis do Gartner, comenta que as vendas de celulares continuarão aquecidas em 2008. A consultoria de pesquisa projeta para este ano crescimento para o setor de 10%.

Marcas mais procuradas

A marca mais procurada continua sendo a Nokia, que detém 37,8% do mercado, com a comercialização de 435,4 milhões de celulares em 2007.

A Motorola perdeu market share no ano passado, mas segundo o Gartner, melhorou sua performance e encerrou dezembro como a segunda colocada do ranking com fatia de 14,3% das vendas e entrega de 164,3 milhões de terminais. A fabricante norte-americana havia perdido a liderança para a Samsung.

Em terceiro lugar vem a Samsung com 13,4% do setor e vendas de 154,5 milhões de aparelhos, seguida pela Sony Ericsson, com 8,8% de participação e comercialização de 101,3 milhões de terminais.

A quinta do ranking é a LG com
6,8% do setor e entrega de 78,5 milhões de unidades. Outras marcas venderam 218,6 milhões de unidades.

Oi tem resultado recorde em 2007, faz mistério sobre SP

O grupo de telecomunicações Oi teve lucro recorde em 2007 e prepara para o segundo semestre lançamento de operação celular em São Paulo que faz parte de um pacote de investimentos de 4 bilhões de reais em 2008, montante quase duas vezes maior que o aplicado ano passado.

A unidade móvel do grupo teve lucro líquido de 456 milhões de reais em 2007, num salto de 230,4 por cento na comparação com o resultado obtido um ano antes e que ajudou a catapultar o ganho consolidado da Oi em 80 por cento no período, para 2,36 bilhões de reais.

Mas o resultado também recorde da móvel pode não se sustentar em 2008 em relação a 2007 por conta dos custos da entrada em São Paulo, onde a Oi será a quarta empresa a operar, e do início da operação de terceira geração (3G) em sua atual região.

"Uma start up é sempre uma start up. Sempre começa com mais custos que receitas, mas no médio prazo a gente espera que a entrada em São Paulo ajude no balanço da companhia", afirmou em teleconferência com jornalistas o diretor de finanças da Oi, José Luís Salazar.

Fazendo segredo sobre o lançamento da operação celular em São Paulo, Salazar informou apenas que o início na região se dará no segundo semestre em segunda (2G) e terceira gerações.

"Nós seremos em São Paulo uma empresa de telefonia móvel e banda larga com o 3G (...) A gente vai naturalmente disputar os clientes já existentes e também aqueles clientes que vão existir em virtude do aumento da penetração (do celular) em São Paulo", disse Salazar, acrescentando que 65 por cento da população do Estado usa celular, enquanto no Rio de Janeiro a taxa é de 75 por cento.

A Oi espera que sua base celular em sua atual região (Estados do Nordeste mais Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Amazonas, Pará, Amapá e Roraima) alcance cerca de 18 milhões de clientes, ante cerca de 16 milhões em 2007, sem incluir os novos usuários que serão obtidos em São Paulo.

CAIXA FORTE

Dos 4 bilhões de reais que a Oi investirá este ano, 2,3 bilhões de reais irão para telefonia fixa e móvel em sua atual região, 400 milhões de reais serão para preparar seus sistemas para a portabilidade numérica --que tem que estar pronta em março de 2009-- e o 1,3 bilhão restante será para os novos negócios, principalmente São Paulo e 3G na atual área de operação da empresa.

Valores de eventuais aquisições não estão incluídos na conta. A holding Telemar Participações, controladora da Oi, negocia a compra da Brasil Telecom para a formação de um grande grupo de telecomunicações com capital nacional.

Para fazer frente aos investimentos, Salazar explicou que a companhia poderá usar o caixa, que acumula 3,7 bilhões de reais, "temos ainda linha com BNDES que foi contratada em 2006 para o triênio até 2009 no valor de 2,7 bilhões de reais e estamos negociando linhas com alguns bancos ligados a fornecedores, como Banco de Desenvolvimento da China", disse Salazar. Ele evitou fazer projeção de investimento para 2009.

O executivo informou ainda que a empresa "está abaixo do que deveria ser um nível ótimo de endividamento, mas estamos com essa postura conservadora porque se surgirem oportunidades de aquisição teremos capacidade de alavancagem para fazer investimentos".

NÚMEROS

A geração de caixa da Oi medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 6,5 por cento em 2007, para 6,501 bilhões de reais. A margem Ebitda, enquanto isso, evoluiu 0,8 ponto percentual, para 37 por cento.

A companhia encerrou o ano passado com faturamento de 17,584 bilhões de reais, aumento de 4,2 por cento sobre 2006.

Em termos de clientes, a Oi finalizou 2007 com 14,22 milhões de linhas fixas em serviço, queda ante as 14,39 milhões de dezembro de 2006.

Na banda larga, a base cresceu para 1,52 milhão e a previsão para 2008 é atingir os 2,1 milhões de usuários.

Apple confirma metas do iPhone e planeja novo software


A Apple confirmou suas metas de vendas de 10 milhões de unidades do iPhone este ano, e disse que oferecerá mais detalhes na semana que vem sobre a maneira pela qual programadores externos poderão criar software para o seu iPhone, uma iniciativa que deve ampliar o mercado do aparelho multifuncional.Tim Cook, vice-presidente de operações da Apple, falando em uma conferência de investimentos do Goldman Sachs, disse que estava "realmente muito confiante" em que a empresa atingiria sua meta.

A Apple anunciou também que revelará novos recursos para o iPhone, dirigido a empresas, o que pode reforçar sua concorrência com os populares aparelhos Blackberry, da Research in Motion. A Apple vai revelar detalhes sobre o software para o iPhone em 6 de março, anunciou a empresa em convite enviado a jornalistas.

Quando a Apple lançou o iPhone, em junho, ela só permitiu que criadores externos de software produzissem programas que operariam via Web, e não programas que poderiam ser instalados e executados no aparelho em si.

A decisão provocou protestos dos criadores de software, que rapidamente encontraram maneiras de contornar as restrições impostas pela Apple e começaram a oferecer programas não autorizados. Passados alguns meses, Steve Jobs, o presidente-executivo da empresa, voltou atrás e prometeu que abriria o aparelho ao software externo.

"A Apple compreendeu a importância de aplicativos locais, e está respondendo a isso, o que a ajudará a vender mais iPhones", disse Tim Bajarin, principal analista da Creative Strategies.

As ações da Apple subiram 3,7%, com bom volume de transações, superando a alta de 3,2%, para US$ 122,96, registrada no pregão regular da Nasdaq. As ações haviam caído em 30% nos três meses anteriores, devido à preocupação de que a desaceleração econômica pudesse prejudicar as vendas de seus computadores Macintosh, iPods e iPhones.

Reuters

GPS no celular: ainda inexpressivo, mas com forte demanda na AL



Estudo da consultoria TNS - “GTI Telecoms 2007/2008” - revela que os serviços de localização (GPS) são utilizados por apenas 1% dos usuários de telefonia móvel na região. Globalmente, o uso do serviço também é baixo - 5%. Mas se, agora, a adesão é incipiente, a perspectiva de consumo surpreende.

Não à toa, gigantes como a Nokia e Google apresentam forte interesse no segmento. No estudo, o GPS no celular supera aplicações como TV Móvel, MP3 e acesso à Internet na preferência do consumidor.

"Podemos garantir que no estudo, mundialmente, ficou constado que a aplicação de localização via celular é absolutamente desejada pelos consumidores. Mais de 30% dos entrevistados pagariam pelo serviço, caso eles estivessem disponíveis nos terminais móveis. No Brasil, essa tendência também ficou bastante evidenciada", explicou Renato Trindade, diretor de TI & Telecom da consultoria TNS, durante a apresentação do levantamento, nesta terça-feira, 26/02, na capital paulista.

Para ele, o claro interesse dos usuários nas aplicações - ela ganha de vários itens considerados estratégicos para as operadoras, entre eles, a TV Móvel paga - motivou a disputa, cada dia mais acirrada, entre as companhias Nokia e Google pelo mercado de localização. E acende, por sua vez, o sinal amarelo junto às operadoras, preocupadas em ter essas empresas, não como aliadas, mas como rivais na oferta de serviços ao usuário.

A fabricante de celulares, por exemplo, não está poupando recursos para comprar empresas especializadas na área. Em novembro do ano passado, por exemplo, comprou a Navteq, desenvolvedora de soluções para localização, mapas e rotas, por US$ 8,1 bi. Ao explicar a aquisição, a Nokia deixou claro que trabalharia o quanto antes para adequar a solução de localização aos pedestres nos terminais móveis.

No início deste mês, no 3GSM, maior evento da indústria móvel, realizado em Barcelona, na Espanha, a Nokia apresentou quatro novos modelos de aparelhos com o GPS embarcado. No evento foi divulgada ainda a versão 2.0 do Nokia Maps, também com os recursos da Navteq incorporados à tecnologia da fabricante finlandesa.

O Google, por sua vez, usa a Internet tradicional, para explorar o potencial da localização. Os planos para a mobilidade ainda não foram revelados pela companhia, apesar de o mercado aguardar, com ansiedade, o lançamento do terminal móvel da companhia.

No 3GSM, para se ter uma idéia, a grande frustração foi a ausência da divulgação dos planos da titã com relação ao Android, visto "em pedaços" em estandes de fabricantes ligados à iniciativa.

A forte tendência de consumo do GPS móvel é respaldada por outros estudos. Em setembro do ano passado, por exemplo, a consultoria Juniper Research previu que, até 2011, a receita para o LBS Móvel deverá chegar a US$ 8,5 bi, contra um faturamento estimaado de cerca de US$ 1 bi, em 2007.

O incremento virá da massificação da oferta dos serviços de Terceira Geração na Europa, Estados Unidos e Ásia Pacífico. Na época, o estudo não contabilizava o potencial da América Latina, onde as operações de 3G começam a ganhar corpo ao longo deste ano.

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