iPhone é o Gadget mais popular para acesso à Internet, informa pesquisa
sábado, 29 de março de 2008
às 7:38 AMSeis meses depois de chegar ao mercado, o iPhone é o mais popular Gadget para acesso à Internet móvel. De acordo com uma pesquisa da consultoria M:Metrics, em janeiro, 85% dos usuários do telefone da Apple acessaram notícias e informação por meio do iPhone, contra 58,2% de quem tem smartphone e 13,1% da média do mercado.
Além disso, 30,9% dos donos do aparelho assistem a vídeos ou TV móvel pelo celular, contra um percentual médio do mercado de 4,6% e mais que o dobro da taxa de todos os usuários de smartphones. Redes sociais são outra aplicação popular entre as pessoas que têm iPhone: 49,7% acessaram esse tipo de serviço em janeiro, o equivalente a quase 12 vezes a média do mercado.
"Esses dados indicam que os widgets do iPhone são uma forma eficiente de incentivar o consumo de conteúdo", diz Mark Donovan, analista sênior da M:Metrics. "Os widgets do YouTube e do Google Mapts são muito populares, foram acessados, respectivamente, por 30,4% e 36% dos usuários do iPhone, contra apenas 1% e 2,6% de todos os assinantes móveis", completa.
De acordo com a M:Metrics, o potencial do iPhone no que diz respeito à navegação na Internet móvel está ligado, em grande parte, à forma de comercialização do Gadget pela operadora norte-americana AT&T. Ao adquirir o aparelho, o usuário adere a um dos planos de dados da empresa. "Uma vez que o usuário perde o medo de ter uma surpresa com os valores pelo uso de dados, o consumo de dados do usuário aumenta muito, indiferentemente do device", finaliza Donavan.
TV no celular: como funciona?
às 7:37 AM
Assistir a programas de TV em alta definição na telinha do celular, em breve, será um recurso comum nos telefones móveis à venda no Brasil. Até abril, chegam ao mercado os modelos V820L, da Samsung, e CTV41, da Semp Toshiba, que custarão, respectivamente, entre R$ 1,6 mil e $ 1,7 mil, e R$ 1,2 mil e R$ 1,6 mil. Até o fim do ano, outros aparelhos capazes de receber TV digital estarão nas lojas.
Como funciona?
Para ver TV digital no celular é preciso, primeiro, ter um telefone compatível com esse recurso, como os dois anunciados por Semp Toshiba e Samsung. Os modelos com essa funcionalidade são equipados com uma antena para receber o sinal de televisão e com um software compatível com o padrão de TV digital brasileiro, que é diferente do europeu e do americano, e tem características do japonês, mas não é igual.
"Podemos fazer uma analogia com celulares com rádio AM/FM, que você liga, seleciona no menu e escuta a estação escolhida. Vai ser a mesma coisa no celular", diz Mário Fried, coordenador de projetos do CESAR (Centro de Estudos Aplicados do Recife), que desenvolve projetos de tecnologia.
Além disso, o usuário precisa estar em uma região que receba sinal de TV digital. Por enquanto, apenas a capital de São Paulo tem cobertura, embora até o fim do ano a TV digital deva chegar a outras cidades brasileiras, segundo o cronograma do Ministério das Comunicações.
Novela na telinha?
O padrão de TV digital brasileiro permite que as emissoras transmitam gratuitamente seus programas para qualquer dispositivo capaz de receber o sinal, como aparelhos de TV ou telefones móveis. Isso significa que o usuário não precisará pagar para ver televisão aberta em alta definição na telinha do celular. Mas ver um capítulo inteiro da novela das oito no display do aparelho será uma experiência confortável?
André Varga, gerente de produto da Samsung, explica que a fabricante fez mudanças em seus aparelhos para melhorar a experiência do usuário ao ver vídeos no celular. "Em geral, a altura da tela do celular é maior que a base e normalmente assistimos a vídeos na posição 3x4, com a base maior que a altura. Por isso, o mercado teve que encontrar soluções, como tela giratória ou o software que permite que a imagem se adapte automaticamente à posição da tela".
Fried, do CESAR, diz que a duração da bateria dos aparelhos capazes de receber sinal de TV digital terá que ser maior do que a dos modelos sem esse recurso. O modelo V820L, da Samsung, por exemplo, terá autonomia de 3,5 horas de bateria para o usuário ver televisão de forma contínua. E a própria captação da imagem que será transmitida para o celular terá que ser realizada de forma diferente. "Se a captação de um jogo de futebol, por exemplo, não for diferente, bola vai ficar invisível na tela do celular", pondera.
Durante o período de definição sobre qual seria o padrão de TV digital brasileiro, emissoras e operadoras travaram uma disputa. As teles defendiam a adoção de um padrão que tornasse obrigatório o uso de suas redes. As redes de televisão queriam transmitir conteúdo para telefones móveis livremente, sem a participação das operadoras de telefonia. As emissoras levaram a melhor, mas especialistas acreditam que o grande filão da TV digital móvel é a produção de conteúdo específico para esta nova mídia.
"Uma coisa é ver um conteúdo premium no celular, como o resumo do capítulo da novela das oito, por exemplo, outra coisa é assistir à novela ao vivo, no horário que ela vai ao ar. A experiência é muito diferente", analisa Alexandre Borin, diretor no Brasil do Ericsson Mobility World.
Fried acredita que em pouco tempo, emissoras e operadoras criarão produtos específicos para esta nova mídia. "Defendo que a programação para celular seja diferente, com, por exemplo, os melhores momentos de um jogo ou do capítulo da novela. No primeiro momento não vai ser assim, mas em um futuro próximo o conteúdo que for transmitido para o celular tera que ser diferenciado", prevê.
Motorola comenta divisão da empresa em duas
às 7:35 AM
Empresa garante que decisão atende interesses de valorização da companhia, mas não dá informações sobre situação na América Latina e Brasil.
Não foi surpresa a divisão da Motorola em duas companhias independentes, sendo uma voltada à fabricação de celulares e outra ao fornecimento de infra-estrutura de banda larga. O anúncio preliminar, feito pelo CEO recentemente empossado Greg Brown, foi divulgado no final de janeiro passado.
O que não está claro é o que essa mudança vai significar na prática. E, especialmente para o Brasil, ainda falta esclarecer o que essa reestruturação vai representar para a operação local da companhia. Em resposta a perguntas enviadas por e-mail pelo COMPUTERWORLD, a empresa garantiu que a divisão foi feita para atender os interesses da companhia e de todos os seus acionistas.
O comunicado não esclarece, contudo, se estão previstas demissões ou modificações na estrutura da empresa no País, limitando-se a afirmar que “o mercado latino-americano é importante para a Motorola e que a fábrica de Jaguariúna foi criada para suportá-lo (...) e que teve sucesso significativo no Brasil e na região”.
Sobre a possibilidade de venda da divisão de celulares, lê-se no comunicado: “O que anunciamos hoje é que iniciamos o processo de criação de duas companhias independentes e de capital aberto. Nós não colocamos um anúncio de ‘vende-se’ na empresa”.
De acordo com Kristin Crispin, analista de telecomunicações da Frost & Sullivan, o caminho escolhido pela Motorola evidencia o que as grandes companhias de telefonia celular têm de fazer para se manterem saudáveis. “Essas empresas não podem investir só em dispositivos. Elas têm de colocar seus esforços em mobilidade e serviços para o mercado corporativo”, diz.
A analista completa: “É isso o que a Nokia já está fazendo e a LG, com o acordo com a Nortel”. De acordo com Kristin, o problema é que a Motorola deixou sua área de celulares chegar a um ponto que, quando perdeu a segunda colocação para a Samsung, os investidores passaram a hesitar em investir na área de redes, que é saudável, com medo do peso da divisão de celulares.
E o que acontecerá com a área de celulares? “Essa é a grande questão e foi essa dúvida que fez a empresa optar pela divisão. Uma das possibilidades é a busca parceiros”, diz ela.
Apple avalia fabricar no Brasil, diz Exame
às 7:33 AM

Exame revela que Apple procurou o governo brasileiro para discutir produção de iPod e iPhones no Brasil.
Segundo a Exame, a gerente sênior para a América Latina, Susan Cronin, reuniu-se em dezembro de 2007 com funcionários da Casa Civil e Presidência da República para discutir como poderia trazer seus produtos para o Brasil.
Uma das propostas foi obter incentivos fiscais em troca de investimentos em pesquisa feitos no Brasil. Sem acordo, a Apple negociaria montar uma fábrica no país para produzir seus eletrônicos aqui.
A diferença de preço entre um iPhone importado e produzido no Brasil é enorme, o que incentivaria a Apple a produzir localmente. A Apple preferiu não comentar a reportagem. O texto completo está disponível no portal da Exame.
iPhone de alta velocidade pode ser lançado este ano
às 7:32 AM
A Apple deve lançar uma versão de alta velocidade de seu iPhone no segundo trimestre e planeja produzir até oito milhões de unidades no terceiro trimestre, de acordo com o Bank of America.As ações da Apple subiram em US$ 3,95, ou 2,8%, para US$ 144,20, depois que um relatório do analista Scott Craig, do Bank of America, previu lançamento de um iPhone de terceira geração (3G). As ações da AT&T, a operadora exclusiva do iPhone nos Estados Unidos, subiram em um por cento, para US$ 38,03, na sexta-feira.
"Nossas mais recentes verificações junto aos canais apontam para elevação significativa na produção do iPhone 3G a começar em junho, depois de uma elevação inicial mais modesta em maio", afirmou Craig em nota a clientes.
A AT&T havia anunciado no ano passado que esperava poder colocar à venda uma versão 3G do iPhone em 2008, mas se recusou a comentar sobre datas específicas de lançamento, na sexta-feira. Jennifer Bowcock, representante da Apple, se recusou a comentar.
Craig afirmou que espera agora que o volume de produção supere em muito suas estimativas anteriores. Ele alega que a Apple está planejando fabricar mais de três milhões de iPhones de alta velocidade em maio, seguidos por mais oito milhões no terceiro trimestre do ano.
Craig, que anteriormente estimava produção total de oito milhões de iPhones em 2008, disse que esse número estava começando a parecer conservador, a menos que alguns dos planos fossem postergados.
Reuters
iNAVI K2, Um Navegador GPS com Mapas em 3D
sexta-feira, 28 de março de 2008
às 2:06 PM
A empresa Coreana Thinkware apresenta o iNAVI K2, um navegador GPS[bb] que se destaca da concorrência porque tem mapas com prédios em 3D! Ele é uma evolução do modelo iNAVI G1, e vem com um cartão de memória SDHC de 8 GB, 256 MB de RAM e uma tela LCD de 4.8” com resolução de 800 x 480 pixels.
O iNAVI K2 também tem um sensor geomagnético (G-Sensor) de 3 eixos que detecta o norte e calcula a direção do seu carro! O sistema de navegação também traz informações completas sobre a direção das ruas, é claro. Além de ser um GPS, o iNAVI K2 também tem receptor para TV DMB, player de vídeo, fotos e MP3, leitor de e-books e mais.
O iNAVI K2 deve ser vendido pelo equivalente a US$ 550 na Coréia do Sul. Infelizmente ele não deve ser vendido em outros países, muito menos aqui no Brasil. 
Vestax Guber CM-02: Toca-Discos com USB e Muito Estilo
às 2:03 PM

A turntable Vestax Guber CM-02 tem o mesmo design da CM-01, mas com um diferencial muito interessante, uma porta USB que é perfeita para você converter seus LPs para o formato digital no seu PC ou Mac.
Este toca-discos[bb] toca LPs de 33 1/3, 45 e 78 rpm, tem um braço em ‘S’, motor “direct drive” e pré-amplificador embutido. 
Além da turntable, a linha Guber da Vestax também tem outros aparelhos bem interessantes com o mesmo estilo, como a caixa de som CM-03, o amplificador CM-04, e o mixer 180G.
A Vestax Guber CM-02 custa US$ 233 no Japão
Redes analógicas de telefonia celular serão desligadas em junho
às 2:02 PM
Na última quinta-feira, o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, informou que os aparelhos celulares analógicos, ou os produtos criados no Brasil na década de 90 a partir das redes do serviço móvel, como o ruralcel ou ruralvan, deverão ser desativados em junho. A razão é a pequena quantidade de assinantes que utiliza a tecnologia AMPS, que vigora no país desde a introdução da telefonia móvel, no ano de 1990: apenas 13.087, cujos aparelhos pararão de funcionar com o desligamento das redes analógicas. Eles representam 0,01% dos 124 milhões de assinantes da telefonia celular no Brasil.
Após o desligamento, as prestadoras terão de fornecer um novo telefone a esses usuários, com tecnologia digital e sem qualquer ônus, afirma o gerente de regulamentação da área de telefonia móvel da agência, Bruno Ramos. Os aparelhos analógicos são os mais vulneráveis à intercepção clandestina. Os telefones celulares digitais em trânsito (roaming) também se fragilizam e se tornam sujeitos à clonagem através do uso de scanners, porque, fora de sua área de serviço, passam a operar automaticamente pela tecnologia analógica. O desligamento da rede analógica vai reduzir o risco de clonagem.





