Brasileiros protestam contra possível bloqueio de blogs no WordPress

sexta-feira, 11 de abril de 2008


A ordem judicial expedida no final de março que pode resultar no bloqueio do acesso no Brasil a todos os blogs hospedados no portal wordpress.com gerou protestos na comunidade blogueira.
A ordem tem como objetivo proibir o acesso a um determinado blog do WordPress. A Justiça não informou o nome do blog e a razão da decisão de bloquear a página.
Mas, segundo a Associação Brasileira de Provedores de Internet (Abranet), para que a decisão judicial seja cumprida, os provedores de terão de barrar o acesso a todos os sites oferecidos pelo serviço.
O blog "Não ao bloqueio" foi criado para protestar contra a possível proibição, e oferece selos que podem ser reproduzidos em outros blogs. Rodrigo Mendes, publicitário de 21 anos, criou o blog para combater "a falta de conhecimento de quem tem o poder nas mãos".
"A única forma de não acontecer o bloqueio é movimentando o pessoal em massa, assim como aconteceu no bloqueio do YouTube", diz Rodrigo. No início de 2007, um polêmico vídeo causou o bloqueio do YouTube no Brasil – o site ficou inacessível para os brasileiros durante um dia. O arquivo continha imagens picantes da modelo Daniella Cicarelli e seu então namorado, Tato Malzoni, que abriu com um processo para proibir a veiculação do conteúdo.
Caso o bloqueio aos blogs seja efetivado, o "Não ao bloqueio" também ficará inacessível. Mas Rodrigo acredita que não haverá bloqueios, e que a mobilização dos blogueiros será suficiente para esclarecer a situação.
Deve passar
O também publicitário Edoardo Vilhena, de 29 anos, do blog Bloda, diz que o WordPress é útil pela facilidade de navegação e postagem, e critica a ordem judicial."Além do triste reforço do conceito já bem formado na sociedade brasileira de que a nossa Justiça não merece esse nome, também tenho vontade de rir, porque, na prática, a decisão não tem como sair do papel, não apenas por dificuldades técnicas, mas porque é desprovida de lógica", explica.
Assim como Rodrigo, Doda não acredita que o bloqueio será efetivado. "O bom senso vai dar um jeito de encontrar uma brecha e a decisão será apenas mais uma a integrar o anedotário jurídico brasileiro", diz ele, citando o bloqueio ao site YouTube, de 2007.
O jornalista Paulo Cezar Prado, que escreve sobre futebol no "Blog do Paulinho", considera a decisão injusta. Ele estreou no WordPress em fevereiro de 2008, depois de retirar seu blog de um portal brasileiro.
"É uma decisão arbitrária", diz ele, dono de uma das páginas mais acessadas no WordPress. "Não acredito que a Justiça vá fazer algo tão absurdo como tirar um monte de gente do ar por causa de um blog só", afirma
Dificuldades técnicas
Paralelamente ao cumprimento da ordem, a Abranet pretende enviar um texto ao juiz, explicando as dificuldades técnicas dessa questão. “Nosso objetivo é esclarecer a situação e mostrar que muitas pessoas podem ser prejudicadas. A alternativa que temos para executar o bloqueio de um único blog vai afetar outras pessoas”, disse ao G1 nesta quarta Eduardo Parajo, presidente da Abranet.

Multari, Um Mod Portátil do Atari 2600!

Não sei se você se lembra do Atari 2600, mas para mim ele traz muitas lembranças, e todas elas inesquecíveis. O Multari é um Atari 2600 portátil que foi criado por um fã que criou o case de plástico estireno formado a vácuo, com direito a botões coloridos e controle direcional!

O game tem uma tela LCD de 5”, caixas de som embutidas e dispensa o uso de cartuchos porque vem com 32 jogos pré-gravados na memória. Veja o processo de criação deste mod no Retroactive.

Neovia pode ter rede WiMAX móvel no Brasil

A Neovia negocia com investidores nacionais e internacionais para receber novo aporte.

A empresa pretende financiar, com os recursos, a implantação de uma rede baseada no padrão móvel do WiMax, tecnologia sem fio de banda larga da qual ela é uma das poucas que detêm licença no país.

A companhia, que tem entre os atuais sócios a Vanguard, holding que concentra o grupo fundador, assim como o fundo REIF, a Intel Capital e o fundo Stratus VC, acredita que, com o novo aporte, "deve mudar significativamente o desenho da sua estrutura acionária", segundo Carlos Eduardo Barroso, diretor de Tecnologia e Operações.

O programa de investimentos na nova rede vai consumir, segundo ele, "centenas de milhões de reais". A empresa tem rede hoje no estado de São Paulo para conexões fixas de banda larga sem fio, com uma base de clientes composta por 800 empresas e 22 mil residências.

Além de implantar a rede móvel, com a qual poderá atuar na complementação das redes de operadoras de celular, a Neovia também pretende adquirir licenças para estender sua cobertura, hoje restrita ao estado de São Paulo.

"O WiMax como tecnologia tem um potencial enorme, tanto para estender a eficiência das conexões fixas como pela possibilidade de complementar a terceira geração de celular", disse.

A companhia chegou a apresentar propostas no leilão de frequências organizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em setembro de 2006, mas a licitação foi suspensa e o governo ainda trabalha na elaboração de um novo edital.

Na semana passada, a Embratel anunciou a estréia de seus serviços de conexão WiMax, com foco em pequenas e médias empresas, em 12 capitais do Brasil. Além dela e da Neovia, só têm frequências hoje para operar com a tecnologia WiMax a Brasil Telecom, o Grupo Sinos, do Rio Grande do Sul, e a empresa de telefonia WKVE, de Governador Valadares (MG).

De acordo com Barroso, a Neovia quer atuar "nas principais regiões metropolitanas do país", mas ele preferiu não detalhar quais. Ele explicou que esse investimento não depende do novo aporte porque a participação da companhia no leilão já estava prevista. "Os atuais sócios já tinham traçado a estratégia (para essa ampliação)", afirmou o executivo.

A empresa faturou 33 milhões de reais em 2007 e gera lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (da sigla em inglês Ebitda) há dois anos. Segundo Barroso, a margem Ebitda tem sido de "pouco mais de 30 por cento da receita". Por conta dos novos projetos, entretanto, ele prevê uma "diluição do Ebitda" até que a companhia consiga amortizar os novos gastos.


Mozilla e Safari mais próximos do Windows Mobile


A ‘guerra’ dos browsers está ao rubro agora que o Apple iPhone deixou bem evidente que os consumidores desejam mesmo uma Internet móvel desde que possam usufruir de uma experiência de navegação similar à obtida nos computadores de secretária.
Ao lado do Mobile Internet Explorer, que conhecerá uma actualização significativa até ao final do ano, alinham-se propostas como o Opera Mobile, NetFront, o Íris ou o Skyfire e outras preparam-se para lhes fazer companhia.

A chegada de uma versão móvel do popular Firefox tem sido prometida e sucessivamente adiada, surgindo agora numa outra encarnação.
Depois do fracasso chamado Mínimo chega um novo projecto denominado Fennec que promete revolucionar a forma como se navega na Internet móvel e ter sucesso onde a versão anterior falhou.
Os testes preliminares dão conta de um bom desempenho e baixo consumo de memória e recursos do dispositivo. Quando instalado no Nokia N810, o Fennec foi capaz de executar código JavaScript (peça fundamental da tecnologia AJAX e da Web 2.0) seis vezes mais rápido que o browser nativo (MicroB).

Por outro lado o browser que tem estado na base do enorme sucesso do iPhone está também a caminho do Windows Mobile embora ainda se encontre numa fase de desenvolvimento muito prematura.
O SafariMobile é uma produção colaborativa produzida sob a bandeira da SourceForge e tem como base o S60WebKit, o que lhe vai garantir também a compatibilidade com a plataforma Symbian.

Pendrive é o principal meio de vazamento de informações sigilosas de empresas, diz SanDisk

Pesquisa realizada com profissionais de corporações e gerentes de TI revela o desconhecimento dos mesmos em relação aos riscos do uso dos pendrives pessoais no ambiente corporativo. De acordo com o estudo, 77% dos entrevistados já usaram pendrives pessoais para fins de trabalho, diz a SanDisk.

A facilidade de portar as memórias flash oferece um risco significativo de vazamento e perda de informações. Na pesquisa, cerca de um em cada dez usuários disseram já ter encontrado um drive em local público e 55% dos entrevistados disseram que olhariam os dados de um drive perdido.

“A maioria dos diretores de investimentos está ciente de que vazamentos de dados podem resultar em furto de identidade, prejuízo à propriedade intelectual e perda de segredos comerciais, além de danos financeiros e de relações públicas significativos para as organizações”, disse Gil Mildworth, diretor sênior de marketing da divisão empresarial da SanDisk.

Para ele, a forma eficaz de reduzir esses riscos seria implantar políticas, instruções e soluções tecnológicas mais eficazes. "Somente um esforço de detalhamento do problema envolvendo gerenciamento inteligente de dispositivos, monitoração de dados e cumprimento de política centralizada reduzirá os riscos de modo suficiente, permitindo, ao mesmo tempo, que as organizações aproveitem os benefícios de produtividade da maior mobilidade”, afirma.

Os dados mais copiados em memórias flash portáteis são: dados de clientes (25% deles), informações financeiras (17%), planos comerciais (15%), dados de funcionários (13%), planos de marketing (13%), propriedade intelectual (6%) e códigos-fonte (6%).

Essa realidade foi detectada no ambiente corporativo nos Estados Unidos, onde a pesquisa foi realizada, no mês de março deste ano, pela Applied Research-West para a SanDisk, fabricante de pendrives.

A meta da pesquisa foi saber mais sobre o uso de drives flash nas empresas, bem como a conscientização sobre os riscos potenciais envolvidos no transporte de dados corporativos em drives flash pessoais.

Políticas
Resultados da pesquisa demonstraram que enquanto algumas organizações tomaram medidas para implantar políticas e educar usuários sobre o uso correto de drives flash USB, suas ações são primariamente reativas. Segundo os entrevistados da área de TI, mais de dois terços (67%) estão implantando ou já implantaram políticas como resultado da violação de dados ou de segurança em suas organizações. Além disso, somente um pouco mais da metade (52%) de todos os entrevistados da área de TI implantaram uma solução de segurança do tipo endpoint.

A conscientização de políticas corporativas para uso de drives flash USB varia entre os entrevistados. Vinte e três % dos usuários finais não estão familiarizados de forma alguma com as políticas de suas organizações com relação ao uso de drives flash, ou estão cientes que elas existem mas não estão familiarizados com os detalhes específicos.

Ao mesmo tempo, quase metade (44%) dos usuários finais revelaram que, na medida de seu conhecimento, suas organizações não tinham uma política que proibisse copiar dados corporativos em drives flash USB pessoais. Outros 16 % não tinham ciência de uma política existente, enquanto que 40 % reportaram que suas empresas não tinham uma política que proibisse o uso de dados corporativos em drives flash pessoais.

Respostas dos gerentes de TI foram consistentes com as respostas dos usuários finais. Vinte e um % citaram que o entendimento dos funcionários sobre as políticas era apenas limitado, enquanto que 33 % relataram um entendimento moderado, 28 % reportaram que os funcionários tinham um bom entendimento, e 19 % disseram que tinham pleno entendimento. Quando perguntados sobre treinamento, os entrevistados da área de TI reportaram que os funcionários são treinados uma vez por ano sobre políticas de uso de drives flash USB (33%); que os funcionários são treinados mais de uma vez por ano (24%); que eles recebem treinamento somente uma vez quando são admitidos (22%); que são treinados somente quando necessário (17%); e que os funcionários nunca são treinados (3%).

eMedia Music lança software que ensina crianças a tocarem piano

A eMedia Music lançou o My Piano, software da linha “My Music” compatível com Mac OS X e Windows.

O My Piano (29,95 dólares) é destinado a crianças a partir de seis anos de idade que se interessam em aprender a tocar piano. Ele tem demonstrações de vídeo em que o personagem “Pam the Piano” apresenta o instrumento.

As instruções foram escritas por um instrutor da escola de música Julliard, de Nova York. As lições ensinam a maneira de posicionar as mãos, os nomes das notas e a leitura de partituras, por exemplo.

O software pode funcionar com um teclado MIDI conectado ao Mac; ele avisará quando a criança cometer um erro e irá mostrar como corrigi-lo.

Opera Mini tem versão prévia para celulares rodando Android

A Opera lançou uma versão prévia técnica de seu mini browser para celulares na plataforma Android, do Google, em seu web site, nesta quinta-feira (10/04). A empresa também lançou um kit de desenvolvimento de software para o novo browser.

Os desenvolvedores podem testar o browser e enviar suas sugestões antes que a Opera lance a versão beta do navegador.

No blog da companhia, o gerente de relacionamento com desenvolvedores, Chris Mills, explicou as razões para a criação de um browser para o Android, bem como as particularidades e os desafios de escrever no código da plataforma móvel do Google.

Como a plataforma é recente, na avaliação de Mills, "ainda não há muita informação disponível na internet a respeito, e a comunidade, embora atenciosa, ainda está em estágio inicial de desenvolvimento."

O Google lançou a plataforma Android em novembro, incluindo sistema operacional, middleware e aplicações para dispositivos móveis. Até o momento, as empresas HTC, Motorola, Samsung e LG estão entre os fabricantes de celulares que devem criar aparelhos que rodem o Android. As operadoras Sprint Nextel, T-Mobile e AT&T se comprometeram a oferecer serviços para os celulares com o Android.

Mais de 40 milhões de pessoas usam o browser Opera Mini, segundo a Opera. O navegador pode rodar em sistemas como Symbian OS, Windows Mobile, Palm OS, BlackBerry OS, Samsung SHP e Motorola P2k

Apple pode desenvolver software para conference call no iPhone

A Apple tem a patente de uma técnica que permite a realização de conference calls no iPhone e que divide a interface do aparelho entre os participantes, segundo o site AppleInsider.

Os usuários do celular também poderão perceber onde o som é originado, ajudando-os a distinguir quem está falando. A técnica é indicada para dispositivos com no mínimo duas saídas de áudio.

Quando se inicia uma conference call, os participantes são apresentados com interfaces gráficas individuais na tela do iPhone.

As posições básicas são definidas automaticamente, baseadas na localização geográfica dos participantes ou na ordem em que eles entraram na conferência.

Segundo a Apple, todos podem compartilhar itens de mídia, como músicas, livros de áudio, vídeos, fotos, jogos, podcasts e notícias.

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina