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Japoneses querem utilizar proteínas para armazenar dados em PCs e dispositivos móveis

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Cientistas da Universidade de Osaka, no Japão, vêm desenvolvendo pesquisas que possibilitam a utilização de proteínas para a gravação de dados em PCs e dispositivos móveis, sendo que essa tecnologia de armazenamento superaria os discos óticos e magnéticos comercializados atualmente.

Segundo Tetsuro Majima, um dos responsáveis pelo projeto, componentes de memória baseados em proteínas não sofrem ação de interferências magnéticas, o que lhes confere maior resistência em relação aos HDs atuais. Para demonstrar como o funciona o processo, Majima e sua equipe usaram uma proteína fluorescente especial, que grava desenhos em um cristal. Por meio de uma combinação de luz e outras substâncias químicas, as proteínas conseguiram ler os desenhos como se fossem dados de um computador e apagá-los logo depois, reproduzindo os recursos de uma memória de computador.

De acordo com o site Livescience.com, os desenhos da proteína podem ser gravados em apenas um minuto e depois são executados na velocidade padrão dos PCs. Derivada de uma bactéria, a proteína apresenta boa estabilidade, no entanto, para armazenamentos em longo prazo, é necessário mantê-la a uma temperatura inferior a 4ºC.

techguru

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