WoodShell, Computador de Madeira da Fujitsu

sexta-feira, 11 de abril de 2008


A Fujitsu vai apresentar o notebook Woodshell na exposição Japan Design Innovation 2008, que acontece em Milão, Itália na semana que vem. Ainda não sabemos as especificações deste computador, mas ele usa materiais naturais como madeira cedro e bioplástico no case e partes internas. O objetivo da Fujitsu foi criar um computador ecologicamente correto que também tivesse muito estilo e praticidade.

Além do Woodshell, a Fujitsu também vai mostrar a versão do notebook FMV BIBLO NX-SERIES com componentes de bioplástico. Saiba mais no site da Fujitsu.

Bluetooth Marketing: Pertinência ou Potência

Para começar, vale um panorama histórico: o Bluetooth foi desenvolvido em 1994 pela sueca Ericsson e recebeu esse nome em homenagem ao rei Harald Blatand (a.k.a. "Bluetooth"), que unificou a Dinamarca e a Noruega por volta do ano de 940.

Unificar, portanto, é a palavra e ordem para Bluetooth.

Inicialmente, servia para unir, sem fio, diversos aparelhos portáteis como impressoras, laptops e celulares. Não demorou para que o uso de Bluetooth fosse incorporado ao nosso dia-a-dia, com headphones ligados ao celular, kits viva-voz nos carros, pessoas trocando músicas de graça entre seus celulares e a moçada xavecando "às escuras" em bares e baladas.

O próximo passo foi mais que natural: aproveitar a tecnologia para publicidade. Afinal, as pessoas já usam o Bluetooth para trocar conteúdos multimídia. Logo, por que não enviar o conteúdo da sua marca ou seu produto para consumidores em potencial?

Foi assim que surgiu o bluetooth marketing, uma forma de conquistar um valioso espaço dentro do aparelho do consumidor, num conceito que chamo de "share of hardware". Obviamente um naco que vale muito, pois o celular está com o consumidor 24x7.

No Brasil, as primeiras iniciativas de Bluetooth marketing foram realizadas há 4 anos e, atualmente, é a disciplina do mobile marketing que mais cresce.

Basicamente, o bluetoth marketing entrega 2 grandes benefícios: (1) a distribuição de conteúdos multimídia (imagens, sons, vídeos e jogos) é 100% gratuita e (2) é possível levar a publicidade exatamente onde está o target, reduzindo absurdamente os níveis de dispersão.

Além disso, trata-se de uma nova mídia com acelerado crescimento. Já há mais de 35 milhões de aparelhos com essa tecnologia no país e estimativas apontam para uma base de 50 milhões de devices até 2009.

Pelas minhas contas, nos 6 últimos meses, tivemos uma média de uma campanha de bluetooth marketing por semana.

A cada mês surge uma nova empresa nesse segmento, o que demonstra seu enorme potencial. Contudo, o mercado ainda não comporta tanta oferta e isto pode gerar algumas distorções e mau uso da tecnologia.

É importantíssimo reforçar que bluetooth marketing é marketing de proximidade.

Depende do usuário saber que está numa área com dispositivo bluetooth. Depende de orientá-lo a ativar seu bluetooth. Depende de ter conteúdo relevante. Depende de formatar corretamente o conteúdo que se quer distribuir. Enfim, muitos dependes.

Não basta vontade, um beamer e uma antena. Mais do que isso, não se trata de uma competição de força bruta.

Nada é mais equivocado do que se gabar de ter um sistema bluetooth que atinge "centenas de metros". Esse, simplesmente, não é o ponto.

Afinal, do que adianta atingir um consumidor que está a 2 andares ou 4 quarteirões da sinalização da campanha? O que vai acontecer é irritá-lo e/ou assustá-lo com uma prática condenável de spam.

Mais importante, é ser preciso na seleção do target que se quer atingir. Afinal, aqui está (como já comentei) um dos grandes benefícios do bluetooth: levar a publicidade exatamente onde está seu público.

Fundamental é entregar um conteúdo relevante, útil e certeiro.

Lembre-se que o consumidor poderá usar o jingle da sua campanha como ringtone por meses. Olhar todo dia para sua logomarca como fundo de tela. Passar horas livres se divertindo com o game customizado com sua marca.

Exemplo disso, aconteceu semana passada no show da estrela pop Fergie, garota propaganda da Motorola. No local do evento, havia 5 dispositivos bluetooth distribuindo wallpapers com fotos da cantora e voicetones (algo com ringtones falados) da própria Fergie.

Certamente, diversos fãs da cantora tinham celulares Nokia, Samsung e Sony Ericsson e baixaram esses conteúdos, que irão usar por dias, meses até.
Agora me responda: quanto vale para Motorola ter a voz de sua garota-propaganda ecoando em celulares concorrentes?

Pegou o espírito?

O jogo aqui é ganho pela pertinência e não pela potência.

iMasters

Japoneses desenvolvem roupa capaz de aumentar até 10 vezes a força de quem usá-la


Imagine uma roupa capaz de aumentar a força de quem usá-la em até 10 vezes? O modelito hightech já está disponível no Japão, onde foi desenvolvido pela empresa Cyberdyne.

A roupa, cujo nome técnico é HAL, tem sensores capazes de identitificar os sinais de movimento transmitidos do cérebro para os músculos. O sistema computacional da HAL analisa os sinais e calcula a força necessária para realizar o movimento e os comandos necessários.

De acordo com a Cyberdyne, HAL será usada, principamente na reabilitação de pacientes com problemas de força muscular e também em casos de pessoas que sofreram danos na coluna. O usuário não sente o peso da roupa porque o exoesqueleto suporta seu próprio peso.

Dependendo do modelo da HAL, a força do usuário pode ser ampliada entre duas e 10 vezes. Em atividades rotineiras, a bateria do exoesqueleto dura cerca de cinco horas. A Cyberdyne indica o uso da roupa apenas em ambientes internos, mas informa que estudos mostram que HAL foi desenvolvida para escalar montanhas e para funcionar até mesmo em regiões de até 1 mil metros de altura com neve.

A Cyberdyne pretende vender a roupa em outros países e o custo pode chegar a US$ 1 mil por mês, incluindo US$ 300 para manutenção e updates. O preço da roupa no Japão não foi divulgado.

Vivo interrompe oferta de smartphones com 3G em suas lojas

A Vivo não está mais abastecendo suas lojas com smartphones com suporte a 3G, como o popular Moto Q. Somente as lojas com estoque remanescente têm aparelhos compatíveis com a tecnologia EV-DO, de transmissão de dados em alta velocidade em redes CDMA, para oferecer.Contudo, a oferta de placas PCMCIA, Express Card ou modem USB para conexão ao serviço EV-DO via computador será mantida. A operadora oferece serviços baseados na tecnologia há quatro anos e possui uma base de 400 mil usuários de banda larga móvel via rede celular.

De acordo com a assessoria de imprensa da operadora, a decisão de não oferecer mais aparelhos com suporte a EV-DO foi uma adequação de portfólio feita a partir da própria demanda dos usuários. Hoje, praticamente 100% do portfólio de celulares da operadora já é GSM.

Para o analista Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, a medida já antecipa a intenção da operadora de fazer uma transição total da sua base de usuários CDMA para a rede GSM.

“O EV-DO só deve ser mantido até estrear a nova rede HSDPA estrear”, opina Tude. “A transição da base será natural, até porque a cobertura da nova rede será maior”, ele acrescenta.

A Vivo sustenta que vai manter as duas redes. A empresa possui grandes clientes corporativos que utilizam serviços dados EV-DO – um deles é a Petrobras. “O serviço pode fazer sentido em situações específicas como esta”, admite Tude.

A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de suspender a assinatura dos contratos da 3G – cuja licitação aconteceu em dezembro – nesta semana pode atrasar a estréia da rede de terceira geração da Vivo, assim como as das suas concorrentes. O órgão pediu um prazo para avaliar os contratos antes da assinatura.

Opera prepara versão para o Android

A empresa norueguesa Opera já tem uma versão do seu navegador compatível com o sistema operacional do Google para smartphones.

Em anúncio no seu site oficial, a Opera falou sobre a produção do browser para Android e enumerou suas metas e dificuldades até o momento. Baseado no código do Opera Mini, já usado em diversos celulares, a versão para Android já tem uma versão para testes.

De acordo com os desenvolvedores, a conversão do Opera Mini para a plataforma do Google foi feita de forma bem-sucedida pois o sistema de renderização do software não precisou sofrer mudanças significativas.

O responsável pelo projeto é o criador do aplicativo MicroEmulator, que emula aplicações Java em dispositivos portáteis, e o código original convertido está praticamente pronto para para funcionar com a API do Android.

A Opera promete download menores e uma navegção mais veloz que a dos concorrentes. Segundo o Google, pelo menos 30 fabricantes de celulares anunciaram seu apoio ao Android, mas até agora não há nenhum celular disponível comercialmente no mercado.

Celulares com Android começam a chegar ao Brasil a partir de 2009

Assim como o iPhone, da Apple, a plataforma móvel Android deverá conhecer oficialmente terras brasileiras apenas em sua segunda versão.

Executivos do Google Brasil confirmaram que o buscador está sugerindo aos fabricantes ligados à Open Handset Alliance que introduzam aparelhos com o sistema operacional Android apenas em 2009.

Leonardo Tristão, diretor de novos negócios e parcerias do Google no país, afirma que faz parte do planejamento trazer celulares com o sistema operacional "mais maduro" para o mercado nacional.Caso as fabricantes queiram trazer os aparelhos, no entanto, o Google não tem como bloquear ou se opor à estratégia, admite o executivo.

Provável primeira empresa a colocar um aparelho com Android nas prateleiras, a HTC anunciou o Dream, celular que terá 12,7 centímetros de comprimento e 7,62 centímetros de largura, com teclado deslizante e tela sensível a toque e será lançado comercialmente na Ásia durante o segundo semestre.

Além da HTC, compõe a Open Handset Alliance as fabricantes LG, Motorola e Samsung. Até agora, nenhuma das três divulgou oficialmente planos sobre o desenvolvimento de um celular com Android.

Oficializado em novembro de 2007, o Android é um esforço do Google para centralizar o desenvolvimento de aplicativos para celulares de diferentes fabricantes sobre uma mesma plataforma aberta.

TV pelo celular avança em ritmo lento, diz Nokia

A Nokia, maior fabricante mundial de celulares, afirmou que seu esforço para promover a transmissão de televisão em celulares não avançou da forma como a empresa esperava.

A companhia vem há anos promovendo a transmissão de programas de TV em aparelhos móveis e sua tecnologia de transmissão de vídeo para dispositivos portáteis obteve apoio da União Européia este ano, mas apenas algumas operadoras na Europa iniciaram algum tipo de serviço de transmissão de TV.

"Está um pouco turbulento", afirmou Niklas Savander, chefe dos serviços de Internet da Nokia, em conferência em Helsinque.

A maior parte das pessoas que vê programas de TV no celular usam redes de terceira geração (3G), pagando taxas de transmissão de dados às operadoras, mas isso limita a qualidade da imagem e números dos usuários.

"Temos visto que existem múltiplos segmentos que não estão interessados na transmissão, mas sim em downloads. Levar isso adiante levará mais tempo do que previmos dois anos atrás", disse Savander.

Celular "verde" chegará em alguns anos, diz Nokia

Celulares feitos a partir de materiais reciclados ainda precisam de alguns anos para chegarem às mãos dos consumidores, informou um diretor da área ambiental da Nokia, acrescentando que a fabricante de celulares espera que aparelhos reciclados incentivarão a demanda.

"Acreditamos que será um fator de competitividade", disse Markus Terho, diretor da unidade de assuntos ambientais da maior fabricante de celulares do mundo. A Nokia tem promovido a reciclagem de celulares e de materiais usados em telefones e Olli-Pekka Kallasvuo, o presidente-executivo da companhia, introduziu um conceito de "ecophone" durante uma feira de telecomunicações realizada em Barcelona, em fevereiro.

Terho afirmou que por causa da falta de disponibilidade de materiais reciclados em uma quantidade muito grande, deve levar algum tempo ainda para tais celulares com conteúdo reutilizado alcancem o mercado.

"Está a alguns anos de distância", disse Terho, acrescentando que a reciclagem de já alcança de 40 a 60% dos componentes metálicos usados nos atuais modelos da Nokia.

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