O celular caiu na água; e agora?
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
às 7:19 AMUma pesquisa divulgada no ano passado pela empresa SimplySwitch mostrou que só no Reino Unido, 855 mil aparelhos celulares rolam privada abaixo todo o ano. Outros 16 mil vão parar em lavadoras de roupas ligadas. Os números correspondem a 2 em cada 10 celulares comprados no país.
Se você já passou pela situação constrangedora de tentar resgatar o aparelho de um vaso sanitário ou se ele já caiu na piscina, mar ou foi para a máquina de lavar roupas, conheça algumas dicas para tentar recuperá-lo caso o episódio volte a acontecer:
A primeira providência a ser tomada, segundo o gerente de Care da Nokia, Túlio Werneck, é remover a bateria e secar o aparelho. Tente chacoalhá-lo sobre uma toalha e seque todas as áreas possíveis.
"Recebemos muitos celulares que foram parar no forno microondas ou foram secados com secadores de cabelo assim que caíram na água. Ambas as práticas são extremamente proibidas, pois podem causar curto-circuito ou a perda total do aparelho", alerta Henrique de Freitas, gerente de marketing e produtos da Motorola.
Também é preciso deixar a curiosidade de lado e não recolocar a bateria e ligar o celular. "Ligar o equipamento para ver se ainda ver se ele funciona pode danificá-lo completamente", explica.
Os fabricantes recomendam que o aparelho seja levado à uma assistência técnica antes de ser ligado. Vale lembrar que, quando um aparelho cai na água, perde a garantia. Assim, será preciso pagar pelo conserto —se tiver.
Chip em ordem
Diferente da bateria, os chips são acessórios mais resistentes. Retire-o do aparelho e seque-o também. Tente testá-lo em outro celular. Se você costuma salvar os contatos da agenda telefônica direto no chip, não terá problemas com seus contatos caso o celular não volte a funcionar.
via: UOL
10 questões nao respondidas sobre o iPhone no Brasil
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
às 4:17 PMO iPhone 3G finalmente foi homologado pela Anatel, dois meses depois de seu anúncio oficial. Só que apesar de aprovado para vendas no mercado brasileiro, ainda restam muitas dúvidas sobre como o telefone será comercializado. A Macworld Brasil levantou dez questões ainda sem resposta sobre o aparelho no Brasil.
1) Data de lançamento
O Brasil aparece no site da Apple como um dos países a receber o iPhone 3G “em breve”, mas até agora o pais não foi citado por nenhuma operadora como participante dos 20 países com iPhone lançado em 22 de agosto. A Telefônica, dona da Vivo, disse que vai vender em 8 países da América Latina (Argentina, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Peru e Uruguai) a partir de agosto. A América Móvil, controladora da Claro, também inclui Honduras e Paraguai na lista. Então, quando chega?
2) Qual aparelho vem?
O modelo homologado pela Anatel é o iPhone de 8 GB. Cadê a versão de 16 GB e a versão em branco do telefone?
3) Preço
Mesmo os países latino-americanos não tiveram o preço divulgado para a venda do iPhone 3G ainda. Não falar sobre o tema parece ser a estratégia das operadoras para aumentar a ansiedade do consumidor e evitar que o concorrente copie seu tema.
4) Desbloqueio
As regras da Anatel dizem que os aparelhos celulares têm de ser vendidos desbloqueados, podendo a operadora exigir no máximo 1 ano de fidelidade. A Apple vai brigar com a Anatel e tentar barrar a venda de aparelho desbloqueados? Ou será que ela tem uma estratégia de venda de aparelhos sem bloqueio em seus planos, independente de operadora?
5) Aplicativos e serviços
A Claro já tem sua rede 3G em pleno funcionamento pelo Brasil, assim como a TIM. Só a Vivo ainda não anunciou seus planos de redes 3G – espero que isso seja feito de maneira simultânea ao iPhone 3G. Só que o iPhone tem recursos como o visual voicemail, que é customizado pela operadora. Como isso vai funcionar? As operadoras já estão prontas para o software do iPhone?
6) Assistência técnica
O calcanhar de Aquiles da Apple no Brasil é a assistência técnica de produtos - donos de iPods quebrados que o digam a dor de cabeça para consertar ou trocar o produto. Fica a questão: apesar da venda pelas operadoras, será a Apple responsável pelo serviço de apoio ao comprador? Ou será mais um abacaxi nas mãos das operadoras, que terão de enviar o produto aos Estados Unidos para troca? Potenciais compradores de iPhone, preparem-se.
7) Ainda as operadoras
O iPhone 3G vai ser, com certeza, o produto de consumo do Natal, apesar de apostarmos no início das vendas do produto já em setembro. Claro e Vivo são listadas como operadoras oficiais no site da Apple, e a TIM só diz que “negocia” com a Apple a venda do aparelho. Mais alguma operadora vai entrar nessa disputa? E a rede da Vivo, Claro e TIM estarão prontas para agüentar um maior volume de tráfego de dados causado pelo iPhone 3G?
8) Donos de iPhone original
Quem comprou um telefone da Apple e desbloqueou o aparelho – ainda que de forma ilegal – já quebrou o contrato de serviço com a Apple. Como as operadoras pretendem lidar com esse cliente que já tem um iPhone e quer um dispositivo 3G? A Apple pretende dar algum suporte oficial aos donos de iPhone primeira geração?
9) App Store
Já presente no Brasil, a loja de aplicativos para iPhone é uma versão limitada da loja norte-americana. A Apple pretende continuar com essa política ou vai negociar com os desenvolvedores (principalmente os de games) a venda mundial dos programas?
10) Frequência do aparelho
A Apple não diz qual é a frequência do iPhone 3G. Apesar de ser uma informação técnica e que não interessa à maioria dos consumidores, ela pode afetar a região onde o aparelho será vendido, já que as operadoras muitas vezes operam com mais de uma frequência em 3G naquela área (A Claro, por exemplo, opera redes 850 MHz e 2.100 MHz em São Paulo). Segundo o documento de homologação da Anatel dá a entender, o iPhone 3G funciona em frequências de 850 e 1950 MHz.
As questões estão no ar. Faltam as respostas da Apple e das operadoras.
via: Macworld Brasil
Fonte para Overclockers Huntkey Titan 650 Watts
às 3:48 PM
A série Titan é o modelo mais recente e avançado da Huntkey Enterprise Group, que adotou recentemente um novo design para apresentação de seus produtos na CEBIT 2008, que foi realizada em março.
O chassi da fonte tem uma pintura preta brilhante, com excelente acabamento. O lado ruim é que não pode ser manuseada sem que fique toda marcada por digitais. Recomendado usar luvas ou improvisar um par de meia nas mãos antes de tirá-la da embalagem e fazer a instalação, a fim de não marcá-la toda. A grade traseira é quadriculada, em vez do formato colméia adotado pelos modelos anteriores da Huntkey. Permite boa vazão de ar.
A Huntkey Titan HK650 tem 4 vias +12V, que oferece corrente máxima individual de 18A, num total combinado de 41A. A corrente máxima para a linha +5V é de 30A e, para a linha +3.3V, de 24A. A potência máxima total é de 650W. A fonte tem PFC ativo e graças a isso Ela aceita tensão de 90 a 264V. Recebeu certificação SLI Ready na mesma categoria da Seventeam 750 P-AF, da Apex SL-8600EPS e da Corsair VX530W, dentre as mais conhecidas no Brasil. Isto não significa que não suporte placas de vídeo mais avançadas em SLI do que aquelas para as quais foi certificada.
Possui Conectores:
1 x 24 pinos
2 x auxiliar 4 pinos 12V
1x auxiliar 8 pinos 12V
7 x SATA
1 x unidade disquete
7 x molex para coolers ou dispositivos IDE
2 x PCI-Express 6 pinos
1 x PCI-Express 8 pinos
Swiftech lança novo bloco de agua Apogee GTZ Overclokers animem-se
às 3:31 PM
A Swiftech lançou finalmente o seu bloco Apogee GTZ, o seu novo bloco top de linha para arrefecimento de processadores de alto desempenho,usados principalmente para os adeptos do overclock "tecnica que aumenta a frequencia original do processador"
O Apogee GTZ apresenta uma performance superior aos seus irmãos Apogee GT e Apogee GTX, graças a um novo design que faz uso de todas as qualidades tecnológicas e térmicas do bloco.
O Apogee GTZ foi maquinado em CNC e utilizando uma base de cobre de qualidade, o que resulta em 20% a mais de performance superior relativamente ao Apogee GTX.
Por padrão o Apogee GTZ é compatível apenas com o socket LGA775 , mas por $9.95 dólares será possível adquirir o sistema de retenção para socket 603/604, 771, 754, 939, 940, F e Socket AM2. O preço do bloco de água é de $69.95 dólares.

Motorola RAZR VE20 nada novo "de novo"
às 3:19 PM

No que se aproxima o lançamento do Motorola RAZR VE20 para a operadora Sprint, o primeiro lote de fotos do dispositivo vazaram na Internet,não que seja algo espetacular
pois a muito tempo que a Motorola não lança algo que realmente surpreenda os consumidores de celulares.
O VE20 conta com camera de 2.0Mp, display principal QVGA sensivel ao toque "não e touch screen", bluetooth 2.0 e slot microSD
Bom como eu disse não tem nada de espetacular e pelo que ele oferece e melhor que fique por la mesmo,pois se vier a ser vendido no Brasil com certeza será mais um sucesso de fracasso da Motorola 
Casio traz câmera digital mais fina do mundo para o brasil
às 3:14 PM
A Casio anunciou na última terça-feira (12/08) que trará ao mercado brasileiro a Ex-S10, uma câmera digital que, segundo a fabricante, é a mais fina do mundo, com apenas 15mm (1,5cm) de espessura, sendo 13,8mm em sua parte mais fina.
Além de seu design, o modelo traz especificações bem razoáveis. Resolução de 10.1 megapixels, zoom ótico de 3x e digital de 4x (12x se combinado com o zoom ótico) e autofoco. Traz também suporte à gravação de vídeos em definições que podem atingir 848x480 no padrão UHQ Wide / HQ Wide e 640x480 no formato UHQ/HQ/Normal, com taxas de até 30fps.

A Ex-S10 traz ainda um cartão SD de 1GB incluso e será vendida nas cores vermelho, azul, prata e preto. Preço: salgados R$ 1,8 mil. Para efeito de comparação, a mesma câmera custa US$ 250 (R$ 404) no site da Casio nos EUA.
via: Techguru
iPhone 3G: Claro, Tim e Vivo acertam detalhes para vender celular no País
às 3:05 PM
Com a homologação do iPhone 3G na terça-feira (12/08) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi dada a largada para o lançamento do celular no Brasil pelas operadoras Claro, TIM e Vivo, que anunciaram negociações com a Apple para vender o celular no mercado brasileiro.
Consultadas pela redação do IDG Now!, as operadoras TIM e Claro informaram que estão finalizando as negociações para comercializar o iPhone no Brasil."A Claro divulgará prazos, formas e condições de venda do iPhone 3G no Brasil após definições com a Apple", acrescentou a operadora. A Vivo não se pronunciou até o momento, mas também negocia a oferta do celular da Apple no País.
Enquanto os brasileiros esperam, os vizinhos latino-americanos poderão comprar o popular aparelho da Apple a partir de 22 de agosto, lançados pelas operadoras Telefonica, controladora da Vivo, e América Móvel, dona da Claro.
A Telefonica pretende lançar o iPhone 3G em oito países da América Latina agora em agosto: Argentina, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Peru e Uruguai.
Além dos países cobertos pela Telefonica, a lista da América Móvil inclui Honduras e Paraguai na lista, levando a 17 países conhecidos que terão o iPhone 3G.
via: idgnow
Best Buy anuncia que venderá iPhone da Apple nos EUA
às 3:02 PM
A Best Buy será a primeira cadeia nacional de varejo a vender o Apple iPhone nos Estados Unidos, em uma parceria que pode ajudar a elevar as vendas do aparelho que deve ser um dos eletrônicos mais procurados na nova temporada de festas.
A Best Buy, maior cadeia norte-americana de varejo de eletrônicos, anuncia nesta quarta-feira que venderá o novo iPhone 3G da Apple, que permite conexão de alta velocidade com a Internet, em suas 970 lojas, a partir de 7 de setembro.
Cerca de 600 das lojas também oferecerão os aparelhos, em versões com preços de 199 e 299 dólares, em minilojas Apple. As lojas Best Buy Mobile, que operam em cerca de 15 cidades dos EUA e se especializam em celulares, também venderão o aparelho, cuja compra requer contrato de dois anos com a operadora de telefonia móvel AT&T .
Para a Apple, o canal de distribuição ampliado ajudaria a empresa a atingir o objetivo de vender 10 milhões de iPhones até o final de 2008. A empresa vende o aparelho em sua rede de lojas Apple, de menor porte, e nas lojas da AT&T, e um milhão dos novos aparelhos foram vendidos no primeiro final de semana de comercialização, em julho.
A AT&T afirma que o atual período de espera é de entre sete e 10 dias, para os clientes que procuram iPhones em suas lojas. A empresa espera conseguir reduzir essa demora até que possa vender aparelhos com entrega no mesmo dia, dentro de algumas semanas.
A Best Buy conta com a introdução do aparelho para ajudar a atrair interesse dos consumidores e compras adicionais na crucial temporada de festas, que responde por cerca de um terço das vendas anuais da empresa.
"Isso nos solidifica como um lugar a que as pessoas podem ir para comprar os melhores produtos", afirmou Shawn Score, presidente da Best Buy Mobile. "Nossos consumidores estão à procura desse produto."
A adição do iPhone é uma vitória para a Best Buy, que vem elevando sua participação de mercado nos celulares, computadores e televisores de tela plana, enquanto a principal rival do grupo, a Circuit City Stores, explora opções estratégicas e enfrenta dificuldades para reverter o declínio de seus negócios.
Reuters





