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O show de horrores de Caio Bonilha

quarta-feira, 14 de setembro de 2011


Link da notícia se encontra aqui

Mudo a paragrafação do texto, pois de outra forma o texto passa como uma simples notícia e não revela o verdadeiro show de horrores dito por Caio Bonilha, sem qualquer constrangimento a uma repórter que no mínimo foi despreparada para fazer as perguntas que precisariam ser feitas.

O Plano Nacional da Banda Larga (PNBL) deve atender 150 cidades até o fim de 2011, afirmou nesta terça-feira (13) o presidente da Telebrás, Caio Bonilha, durante a Futurecom, em São Paulo. “Para este ano, nossa projeção é chegar, junto com a rede de parceiros, a 150 cidades”. O número é mais “pé no chão”, segundo Bonilha, do que a previsão feita em 2010 de atender 1.063 cidades até o fim de 2011.
O que vai acima é a confissão de uma peça de propaganda eleitoreira das mais descaradas. Passado a eleição, os números não precisam estar superfaturados.


O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) pretende oferecer internet com velocidade de 1 Mbps com preços a partir de R$ 35 em 4.283 municípios até 2014.
Mas se os números estão pé no chão, agora eles voltam a ser super faturados para as eleições de 2014, sem nenhum constrangimento a jornalista continua sem questionar o interlocutor e continua a dar aspas ao texto.


Ele também afirmou que mais de 20 provedores já estão usando a rede da Telebrás no Distrito Federal e em Goiás. “Cada dia entra um provedor novo, já não consigo acompanhar mais”.

Sim, provedor de internet é algo absolutamente indispensável a nossa vida, por isso precisamos mais de mil.

No fim de setembro, a rede da Telebrás será ligada entre Brasília e Imperatriz, no Maranhão, e entre Brasília e Campinas, de acordo com Bonilha. Com isso, a rede de fibras óticas do PNBL estará disponível para atender mais de 500 municípios.“Isso não quer dizer que a rede poderá ser ligada em todas as cidades. Somente vamos ligá-la naqueles municípios que tivermos uma demanda estabelecida”. 

Uma caminhada de mil quilômetros começa com o primeiro passo, está dado. O sonho de “controle social da mídia” rebatizado de “democratização dos meios de comunicação” está ai.
 
FHC ao privatizar as Teles vendeu a rede, mas no lugar deixou a Anatel com poderes de dar inveja a qualquer estatal dos tempos da União Soviética. Isso tirou o atraso Brasil alguns bons anos, mas pavimentou o caminho que estamos trilhando agora. Ao PT não basta ter o controle da super estatal que pode legislar no lugar do congresso, é preciso ter o controle da rede também.


Sobre o acordo com a CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica), no Rio Grande do Sul, Bonilha afirmou que a rede fará a rota entre Porto Alegre e a cidade de Rio Grande ainda em 2011.
Dos mais de 3 mil provedores de internet que existem no Brasil, mais de 600 já estão cadastrados para participar do PNBL na medida que a rede avança, segundo Bonilha.

“Só a competição pode aumentar a inclusão e a qualidade. Por isso, não damos descontos para aqueles que atendem mais municípios. Não queremos que os grandes continuem sufocando os pequenos”.

Realmente, o que vocês fazem e querem é O Grande Estado sufocando os grandes, médios e os pequenos empresários, deixando toda a iniciativa privada amarrada ao sabor do poder econômico e legal do governo. O bom e velho dá com uma mão e tira com as duas. O que se deseja no Brasil é o mesmo controle de internet feito na China, que está sendo aplicado em doses homeopáticas.

Ou guiamos o Brasil para frente ou vamos os politicos vão nos guiar de volta para as trevas.








 

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Rogério Santanna e a Estatal Zumbi

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Sou obrigado a interpretar as declarações do presidente da estatal zumbi das à revista Computerword, segue em vermelho as declarações do nosso necromante.

“O presidente da Telebrás, Rogério Santanna, pede para que as teles tenham bom senso antes de contestar na Justiça a criação da nova empresa do governo que vai gerenciar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).”

Bom senso? A ameaça, nem tão velada assim, chega a ser patética. Tomos como minhas as palavras de Nivaldo Cordeiro.

“...Penso que vamos ver um grande duelo entre o mercado e os petistas. Quero ver, todavia, se o setor de Telecom terá coragem de peitar o governo petista. Quem porá o guizo no gato? Meu feeling é que esperarão a definição do quadro eleitoral para agir. Nossos empresários nunca se distinguiram pela coragem, infelizmente, e essa é a principal razão do PT ter chegado ao poder e estar fazendo da Constituição Federal letra morta.


Evidentemente Rogério Santanna sabe que o decreto reativando a Telebrás é ilegal e que será contestado na justiça, seja pelas operadoras, seja pelo Democratas. A daí para frente ele começa a imitar Lula, quando comentou as eleições no Irã, mas nesse caso serei obrigado a concordar em parte com ele.

“As teles precisam parar de chorar”, diz ele, que acredita que elas vão querer participar do PNBL. Na sua opinião, o protesto contra a Telebrás é porque o projeto do governo federal vai estimular a competição no mercado e reduzir os preços do acesso e custos dos links que comercializados para pequenos provedores.

Realmente as teles precisam parar de chorar, infelizmente a opinião do publico sobre os péssimos serviços prestados se volta como um fantasma para assombrar quem sempre fez bons negócios com o governo e agora em uma situação de insegurança jurídica serão obrigadas a esperar o quadro eleitoral. Eu já tinha falado sobre isso, mas...

“Achamos que a banda larga vai deslanchar agora no Brasil. Foi só a Fênix bater as asas que tem operadora falando em baixar o preço”, diz Santanna, ressaltando que esse serviço no Brasil é cinco vezes mais caro que no Japão, mas que a taxa de penetração é 4,5 vezes mais baixa.

A Telebrás é não é uma Fênix, ela está mais para um zumbi, que acabou de sair das catacumbas, e que ninguém parece estar querendo colocar a mão na massa para deixá-lo no seu devido lugar que é junto aos mortos.

Referências

http://www.nivaldocordeiro.net/oplanonacionaldebandalarga
http://computerworld.uol.com.br/telecom/2010/05/25/santanna-acha-que-teles-nao-reclamarao-da-telebras-na-justica/

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Paulo Bornhausen, A Telebrás e a Justiça.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O Deputado Paulo Bornhausen diz que o Democratas é contra os as isenções fiscais que a Telebrás receberá do governo. Acompanhem o raciocínio.

Uma empresa de celular obriga as operadoras a vender um determinado telefone por um preço mínimo de X e depois decidi abrir uma loja própria colocando o mesmo aparelho pelo preço X/2, e obrigando as empresas a continuar a praticar o preço X.

Isso faz sentido? Não, mas estamos falando do governo. O governo cobra uma montanha de impostos o que torna o serviço da banda larga caros no Brasil, depois diz que vai interferir onde o serviço é caro como se a culpa fosse das empresas prestadoras.

Não é culpa delas. A culpa é do governo que tem o poder de decidir os impostos e para fiscalizar e punir as prestadoras por serviços caros e ruins.

Partido está certo? Sim está, e tem mesmo é que ir para a justiça, já que estamos em um estado democrático de direito (para lamentação de alguns) onde qualquer pessoa tem o direito de contestar o que acredita estar errado, mesmo que essa pessoa não tenha razão.

Se vou continuar batendo da mesma tecla? Vou, até por que existem diversas pessoas se esforçando para tentar mostrar virtude onde não há.

Encerro por agora, poderia mostrar alguns exemplos de defesa dessa insanidade na imprensa, mas eu estou sempre nos mesmos endereços e eles também.

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Empresarios Não Chorem a Reativação da Telebrás. A Culpa é de Vocês

sábado, 13 de março de 2010

O Texto está imenso, mesmo para os meus padrões, mas quem quiser ler, vá até o fim ou sentido se perderá no caminho.

Os maiores prejudicados no curto prazo que mais colaboram para a reativação da Telebrás, os empresários do setor de telecomunicações.

Leiam abaixo um trecho da noticia publicada na revista PC Word.


"A conta não fecha", disse o diretor de operações e tecnologia da CTBC, Luís Antônio Andrade Lima, durante um painel com representantes do setor, após a apresentação do balanço, na terça-feira (10/3), em São Paulo. Na avaliação do executivo, o custo de infraestrutura wireless é muito alto para atender a demanda crescente pelo serviço. "É preciso buscar um modelo que seja mais equilibrado", afirma.

Tanto a CTBC como a Claro garantem que não pretendem encerrar a oferta de planos de dados ilimitados tão cedo, mas começam a incentivar a adesão dos novos usuários a planos, que segundo elas, são mais adequados ao perfil de consumo real.

Na base da Claro, os clientes de planos ilimitados são a maioria, informa a diretora de serviços de valor agregado da operadora, Fiamma Zarife, mas ressanta que 86% da base consomem uma média de 3 Gigabytes de dados ao mês. "Há muito desconhecimento do consumidor em saber o que ele realmente utiliza".

Mau uso

Na avaliação de Fiamma, a mudança no plano de negócios também deve evitar que empresas usem o acesso móvel de forma ilegal - ela cita casos do uso do acesso 3G em lan houses. "Não acho que foi um erro [a oferta de planos ilimitados] e não estamos punindo os usuários, mas sim os maus usuários", explica.

A Claro iniciou recentemente a oferta de planos limitados em 3GB (89,90 reais) e 5GB (119,90 reais), incluindo um serviço que alerta por SMS quando o cliente ultrapassa 80% da franquia. A tarifa para o acesso excedente é de 10 centavos de real por megabyte adicional. Além do alerta, segundo Fiamma, a empresa prepara uma espécie de calculadora virtual para que o usuário acompanhe o consumo de dados dos últimos três meses. Hoje, o site oferece um simulador básico de consumo de dados para orientar o internauta na aquisição do plano.


Não me surpreendo por uma razão simples, essa visão “a conta não fecha” não é nenhuma novidade.

Reproduzo abaixo outro trecho texto de, o autor agora é Rafael Steinhauser Presidente para América Latina da Acision. Já tinha o lido o texto antes, mas confesso que não dei nenhuma importância na época. O texto é de 21/12/2009. Integra pode ser lido aqui.

O resumo disso tudo é que a banda larga móvel progrediu muito em pouco tempo. A difusão é, no mínimo, impressionante, e o crescimento das receitas parece sólido como uma rocha. Em um número cada vez maior de mercados, ela até tem se desenvolvido como um substituto maduro à banda larga fixa. Então, os planos de precificação com tolerância de uso por taxas fixas cumpriram sua missão. Mas as consequências dessa estratégia só estão se revelando agora, e as operadoras de internet móvel perceberam, para sua tristeza, que este modelo não vai permanecer sustentável.

Ele não fornece as ferramentas para impedir congestionamento de rede e garantir qualidade de serviço durante horários de pico. E os modelos rígidos de precificação proíbem que as operadores gerem receitas adicionais. Se não houver alguma mudança, as operadoras de internet móvel correm o risco de se tornarem vítimas de seu próprio sucesso.

Está claro que as operadoras não podem simplesmente continuar a percorrer o caminho que escolheram. Elas têm de abordar o maior dos desafios: como criar um business case lucrativo e continuar competitivas? Quais provedores de conteúdo estão transferindo enormes volumes de dados sem compensação pelo uso da rede? Então, como posso controlar os custos e, ao mesmo tempo, gerenciar a qualidade do serviço e aumentar a receita média por usuário, o ARPU?

Uma saída para maximizar os lucros é observar o potencial de fluxos de receita adicionais. As operadoras têm a oportunidade de desenvolver um leque de serviços de valor agregado capaz de monetizar seus recursos exclusivos de mobilidade, combinando-os com recursos de rede e aplicativos. Estes serviços podem, claro, ser usados para diferenciação competitiva ao serem colocados gratuitamente à disposição dos usuários.

As operadoras de telefonia móvel têm de abandonar os modelos estáticos de precificação e criar ofertas de pacotes direcionados para segmentos específicos de usuários, aplicativos, localizações ou tempo de uso. Elas precisam observar os lucros por megabyte para continuar obtendo sucesso com a banda larga móvel. Essa será a chave para o futuro dessa tecnologia.

Sei que é dispensável, mas ainda sim pego o trecho mais relevante e traduzo para o bom português.

As operadoras de telefonia móvel têm de abandonar os modelos estáticos de precificação e criar ofertas de pacotes direcionados para segmentos específicos de usuários, aplicativos, localizações ou tempo de uso.

Tradução: ACABEM COM PLANOS DE DADOS ILIMITADOS.

Pouco importa se a conta fecha ou não, mesmo que a questão econômica da banda larga para as empresas seja legítima, os empresários estão dando munição para o bandido e não estão percebendo.

Deixo agora trechos do artigo de Luciano Costa também publicados na Teleco, evidenciando como anda a mentalidade do empresário.

Não vamos aqui tratar do provável retrocesso que seria termos novamente uma empresa estatal no setor.

Evidente que o consumidor desinformado apoiaria da proposta de reativação da Telebrás. Os motivos? Os mesmos de sempre. Serviço caro e ruim e as operadoras ainda querem pensar em acabar com pacotes ilimitados para aumentar os lucros.

Tampouco das especulações financeiras e uso político que, mesmo com a iniciativa ainda no papel, já fazem parte do dia-a-dia da proposta.


Lógico que os empresários que tem ampla proteção da Anatel para desrespeitar as leis de defesa do consumidor não vão querer discutir pequenos detalhes da reativação da Telebrás como, por exemplo, a corrupção no processo e uso político para implementar uma ditadura no país.

Queremos, em verdade, aproveitar para sugerir uma outra forma de ver o Plano Nacional de Banda Larga e determinados atores cujo papel, ao menos nas discussões que temos presenciado, tem sido negligenciado.

E quem vai ouvir os empresários de telecomunicações no Brasil? Publico ficará surdo diante do tratamento que recebe e o governo não vai se parar por isso.

Apesar do parágrafo absolutamente infelizmente de Luciano Costa, o artigo é muito bom. Razão? Aponta de uma vez só, como o Plano Nacional da Banda Larga eficiente seria feito em outra Nação. Apenas mostrar que para se um plano de banda larga dar certo vale o elogio.

É certo que não há como descolar o acesso à Internet de um projeto maior de inclusão digital, que englobe também as estruturas físicas e recursos humanos capazes de fazer com que o acesso à Internet seja efetivamente útil. Banda larga não é energia elétrica. Simplesmente entregar acesso à Internet sem que haja uma estrutura – física e de pessoal – capaz de transformar o acesso em real benefício para as cidades atendidas pode ser um esforço vazio. Estamos falando de computadores nas escolas, hospitais e repartições públicas; conteúdo específico que atenda às necessidades das comunidades; treinamento de professores, profissionais de saúde, gestores municipais e estaduais, e por aí vai. Sem essa perna, o PNBL fica manco.
Ele continua indo no ponto que eu repito insistentemente no Blog, ao ponto de irritar os leitores.
Assim, o foco do PNBL deveria ser buscar maneiras de lidar com temas mais relevantes, como por exemplo a altíssima carga tributária que incide sobre serviços de telecomunicações e a dificuldade em implementar a última milha para levar ao usuário final o acesso à Internet em alta velocidade.
Outra coisa que insisto ao ponto de leitores se cansarem, ele trata no artigo.

Assim, o foco do PNBL deveria ser buscar maneiras de lidar com temas mais relevantes, como por exemplo a altíssima carga tributária que incide sobre serviços de telecomunicações e a dificuldade em implementar a última milha para levar ao usuário final o acesso à Internet em alta velocidade.

Que usuário não aceitaria "A Salvação" vendida enganosamente pelo governo com a reativação da Telebrás? O usuário comum que sataniza as operadoras tem um motivo. O serviço é uma porcaria e é caro, quando funciona. Evidente que o maior responsável por essa situação não é o empresário que só pensa em aumentar o lucro, responsável é o próprio governo que deixa os empresários fazerem o que querem e não usa a Anatel para coibir abusos. O Governo cobra impostos absurdos impedindo investimentos no setor e depois responsabiliza os empresários por pela falta de investimentos. A Tática do governo é suja. Cria a seca para vender a água a peso de outro.

Os empresários ajudaram a cavar esse buraco, e agora só resta por um Milagre.

Evidente que quem paga a conta disso tudo é o contribuinte. O Brasil vive tempos ruins e poucos acreditam.

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